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[Smallville] Videos Promocionais…. NEWWWWWW

LX6

Cross

Helmet

Flying

Suit


Primeira foto de Barba Negra no set de ‘Piratas do Caribe 4’

O PopSugar divulgou a primeira imagem do ator Ian McShane como o vilão Barba Negra no set de ‘Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides‘.

Além dele, a foto ainda mostra Penélope Cruz e Johnny Depp.

O Capitão Jack Sparrow retorna em mais uma aventura cheia de ação sobre verdade, traição, juventude e legado. O capitão começa sua jornada quando cruza com uma mulher de seu passado (Penélope Cruz), a filha do lendário Barba Negra.

Sparrow está em busca da Fonte da Juventude, e não sabe se a relação deles é amor, ou se ela apenas é uma cruel golpista que quer saber como chegar à fonte. No navio de Barba Negra, Sparrow se preocupa em quem deve ficar se olho: em seu antigo amor, ou em seu grande rival, o Barba Negra.

A nova trilogia teria pitadas de ficção-científica, inspirados em obras do escritor Jules Verne, como ‘Vinte Mil léguas submarinas‘.

O diretor Rob Marshall (‘Chicago’) substitui Gore Verbinski na direção.

A Disney marcou a data de lançamento de ‘Piratas do Caribe – Em Marés Estranhas‘ para 20 de maio de 2011, em 2D e 3D.


[Filme] Iron Man 2 – Dublado

https://i0.wp.com/www.reviewstl.com/wp-content/uploads/2009/12/Iron-Man-2-Poster.jpg

Título Original: Iron Man 2
Gênero: Aventura/Ação
Tempo de Duração: 124 min
Ano de Lançamento: 2010
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Português
Legenda: Sem Legenda
Tamanho: 367Mb

Links:

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[Supernatural] Sinopse 6×01 “Exile on Main Street”

https://i1.wp.com/www.thecinemapost.com/wp-content/uploads/2009/06/supernatural2.jpg

MITCH PILEGGI (“Arquivo X”, “Sons of Anarchy”) RETORNA COMO O AVÔ DE DEAN E SAM – É um ano depois e Dean (Jensen Ackles) desistiu das caçadas e está vivendo com Lisa (atriz convidada Cindy Sampson) e o filho dela (ator convidado Nicholas Elia). Misteriosamente libertado de sua jaula no inferno, Sam (Jared Padalecki) encontra Dean e diz a ele que ele precisa voltar a lutar e introduz Dean a um mundo – uma família – que ele nem sequer sabia que existia…os Campbells, a família da mãe dele, liderada por ninguém menos que o avô deles Samuel (Pileggi).

Phil Sgrricia dirigiu o episódio escrito por Sera Gamble.


[Smallville] Sinopse Completa de 10×01 “Lazarus”

https://zafimeiro.files.wordpress.com/2010/09/season-10-posters-fanmade-smallville-12326454-1680-1050_640x400.jpg?w=300

Post Oficial da 10ª Temporada de Smallville

“JOHN SCHNEIDER REPRISA SEU PAPEL COMO JONATHAN KENT NA TEMPORADA FINAL DE “SMALLVILL” – A estreia da temporada começa onde terminou a anterior. Lois encontra o corpo de Clark e remove a kryptonita azul, o que lhe permite curar-se. Lois foge, afastando-se de Clark antes que ele acorde, e assim protegendo o seu segredo. Chloe está desesperada para encontrar Oliver, então ela se transforma em uma fonte improvável de respostas. Jonathan retorna para a Fazenda Kent com uma mensagem para Clark e Tess acorda num dos laboratórios da LuthorCorp.”


novidades sobre a Supergirl em Smallville

https://i1.wp.com/hqmaniacs.uol.com.br/img/noticia/small_kara_1.jpg

Conforme divulgou uma reporatagem do TV Guide, a atriz Laura Vandervoort vestirá o uniforme da Supergirl em Smalville, além de assumir uma identidade secreta.

Segundo Laura, “Kara retorna na décima temporada de uma forma muito heróica.” Kelly Souders, produtora executiva do seriado, confirmou que a atriz será vista com seu visual de Supergirl. “Não a roupa toda, mas seu uniforme terá evoluído até mesmo um pouco mais do que o de Clark. Ela será menos Kara e mais Supergirl“, complementa Kelly.

Laura também disse ao site que Kara vai assumir seu novo visual em uma sessão de fotos depois de revelar seus poderes para o mundo. Por isso, precisará manter uma identidade secreta. Ela usará uma peruca morena e óculos, assumindo a identidade de Linda Lee Danvers.


Mistério de chuva de fezes intriga cidade na França

Uma misteriosa “chuva” de excrementos intriga os habitantes do vilarejo de Saint-Pandelon, no sudoeste da França. Desde meados de maio, eles se queixam de “gotas” marrons que caem do céu, com cheiro e textura de matéria fecal.

O prefeito do vilarejo, Jean-Pierre Boiselle, afirmou que uma “chuva de cocô” passou a cair durante o dia e também à noite no município.

Se no início a história fazia os 750 habitantes da localidade sorrirem, eles passaram a ficar aterrorizados com a chuva de excrementos, que deixou partes da cidade com ar irrespirável.

As crianças não podem mais brincar fora de casa e os moradores hesitam em comer as frutas e legumes das hortas locais. Eles também não fazem mais churrascos ao ar livre nesse período de verão na Europa.

Teorias
As “gotas” marrons, quase do tamanho de uma unha do dedo mínimo, sujam os carros, móveis de jardim e as roupas secando nos varais.

A primeira hipótese levantada pelos moradores para explicar o fenômeno foi a de que aviões estariam despejando o conteúdo de seus banheiros sobre a região.

Mas isso seria impossível, afirmou a Direção Geral da Aviação Civil da França, acrescentando que “os aviões de linha são pressurizados e não é possível despejar o conteúdo de banheiros ou de nenhuma outra coisa”.

Após investigações, a polícia militar francesa declarou que a “chuva” de fezes poderia ser causada por aves migratórias, da espécie conhecida como andorinhões, que se instalaram na região nesta estação.

“Esse pássaro tem a particularidade de voar o tempo todo e se alimentar em pleno voo. Por isso as fezes caem durante o dia e à noite”, afirmou o capitão Michel Brethes, da polícia militar de Dax, nos arredores do vilarejo de Saint-Pandelon.

Exames
Um laboratório da região realizou neste mês pesquisas científicas com o material coletado e confirmou que as “gotas” que cairam do céu são excrementos de origem animal, mas não conseguiu solucionar totalmente o mistério.

“Nas amostras analisadas, não encontramos bactérias específicas das fezes humanas. Mas não podemos dizer a qual tipo de animal esses excrementos correspondem”, afirmou Alain Mesplède, diretor do laboratório de análises científicas da região.

“Apenas confirmamos a presença de bactérias típicas a todas as espécies animais”, diz o pesquisador.

Sem saber ao certo se as fezes seriam realmente de pássaros, os moradores de Saint-Pandelon esperam que a “chuva” fedorenta não caia novamente em outras estações.

Fonte: G1


‘Nova internet’ permitirá a internauta conectar bilhões de dispositivos

Site IPv6.br foi criado especialmente para informar usuários e provedores sobre o novo protocolo.

A internet sofre de um problema grave: cada computador precisa de um endereço IP para se conectar e esses endereços estão acabando. Isso significa que em breve – algumas previsões são para o início do ano que vem – não existam mais endereços para que novos provedores ou usuários sejam conectados à rede. O protocolo que vai eliminar o problema da escassez de endereços vai também resolver outras questões de bastidores de rede e, como consequência, cada internauta receberá bilhões de endereços fixos e reais de internet – o número é maior que o da internet inteira hoje, e grande demais para listar aqui.

Antônio Marcos Moreiras é coordenador de projetos no Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologias de Redes e Operações, que é ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Segundo ele, apenas 220 milhões (5,4%) dos endereços de IP disponíveis globalmente hoje – o chamado IPv4 – estão disponíveis. Todos os outros já estão alocados para redes corporativas ou provedores de internet.

A previsão é a de que o estoque mundial se esgote até o início do ano que vem. No entanto, reservas locais ainda podem garantir um fôlego extra para a rede IPv4 – a Iana (Autoridade de Números Atribuídos na Internet, na sigla em inglês) é responsável por distribuir endereços globalmente, mas organizações localizadas, como o Lacnic (Registro de Endereços na Internet para América Latina e Caribe, da América Latina, em inglês), e o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), do Brasil, possuem endereços que não foram redistribuídos. Moreiras diz que é difícil estimar, mas é possível que as reservas brasileiras sustentem um ou até dois anos de crescimento da internet nacional depois que o estoque geral acabar.

O IPv6 foi criado em 1998 quando já se previa que os endereços IPv4 não demorariam a acabar, apesar de soluções como Network Address Translation (NAT) que permitiram o uso de endereços repetidos pelas chamadas redes internas, usadas em empresas ou redes domésticas. Com isso, muitos IPs puderam ser reutilizados por computadores que não se comunicam diretamente.

Esse cenário será bem diferente no IPv6. “Não existe NAT no IPv6”, de acordo com Moreiras. Espera-se que os aplicativos operem com o pressuposto de que todos os computadores conectados à internet são acessíveis diretamente, sem roteadores ou outros computadores agindo como ponte. Todos os IPs alocados no IPv6 são fixos – hoje, IPs são dinâmicos para “reciclar” endereços que não estejam em uso.

A quantidade absurda de endereços disponíveis no IPv6 permite que milhões de endereços sejam alocados para cada assinante de serviços de internet. Para cada usuário doméstico são 256 redes com quatro bilhões ao quadrado de endereços cada. Empresas terão 65.000 redes – com os mesmos quatro bilhões ao quadrado de endereços cada. Isso não foi intencional. Essa quantidade está relacionada com um recurso que busca facilitar a vida de administradores de redes.

“Não é questão do número de endereços. Existe um esquema de autoconfiguração de endereçamento no IPv6 que acaba reservando esse número de endereços para que o IP seja atribuído de forma automática. Não é esperado que usuário coloque tudo isso na rede”, explica Moreira.

O número de quatro bilhões ao quadrado não poderá ser usado na configuração automática. Além de a infraestrutura de rede simplesmente não suportar tantos dispositivos, existe uma limitação com base no número identificador físico das placas de rede, o Media Access Control (MAC). Isso significa que muitos endereços serão desperdiçados e equipamentos podem acabar gerando conflitos se conectados dentro de uma mesma rede se realmente alguém tentar usar todos os endereços disponíveis. Mas até usuários domésticos terão a possibilidade de usar 256 “subrredes” – em cada uma delas, é possível ter equipamentos que, quando conectados na mesma rede, gerariam conflitos. Mesmo se apenas um dispositivo fosse conectado em cada rede, ainda seriam 256 dispositivos conectados.

Empresas receberão uma rede com a possibilidade de criar 65 mil subrredes, permitindo a segregação entre filiais, departamentos, seções, hierarquias, entre outros.

Brasil é o país com mais endereços IPv6 naAmérica Latina, mas é também o país com
mais endereços IPv4. (Foto: Reprodução)

Brasil é o país com mais endereços IPv6 na América Latina, mas é também o país com mais endereços IPv4.

Além da configuração, o desenvolvimento de aplicativos fica mais fácil. Programas como o Skype precisam usar “truques” para permitir que computadores conectados de forma indireta à internet consigam se “falar”.

Rede doméstica e segurança são incógnitas
Muito esforço tem sido dedicado ao treinamento de profissionais de provedores para preparem suas redes para o IPv6. O diretor técnico da LACNIC, Arturo Servin, informa que a organização tem um projeto chamado “IPv6 Tour” que já treinou 5 mil profissionais de rede na América Latina. A LACNIC é a responsável por distribuir IPs na América Latina e no Caribe.

Mas, apesar da data do esgotamento dos IPs estar se aproximando, equipamentos domésticos como roteadores e modems ADSL não estão preparados para receber endereços IPv6. Segundo o engenheiro de vendas da Linksys Diogo Superbi, a empresa não sabe se uma atualização de software (firmware) será suficiente para fazer os equipamentos funcionarem ou se uma troca de hardware completa (chipset) será necessária.

O engenheiro diz que os usuários não procuram o suporte a IPv6 como diferencial, embora equipamentos sem suporte poderão, em breve, se tornarem obsoletos – os equipamentos domésticos da empresa ainda não estão prontos para o IPv6. “O que o consumidor hoje leva em conta é o velocidade do Wi-Fi e o alcance do produto. A maioria dos consumidores não tem conhecimento IP, nem v4 nem v6”, explica. Para ele, a transição para IPv6 precisa ser transparente e motivada pelas novas possibilidades que o internauta terá, como a possibilidade de conectar uma câmera diretamente à internet.

“O jargão técnico é algo de redes corporativas”, diz o engenheiro da Linksys.

Outra dificuldade está na falta de posicionamento das operadoras sobre como vai ser o acesso IPv6. Superbi afirma que a Linksys começará a avaliar o IPv6 no momento que houver um movimento por parte delas para trazer IPv6 ao mercado de consumo.

A segurança é outra preocupação corrente. Atualmente, os roteadores domésticos usam a tecnologia NAT para impedir que conexões diretas da internet cheguem à rede interna, sem interferir na navegação do computador, o que dá mais segurança aos usuários, protegendo computadores contra ataques. O IPv6 tem como um de seus objetivos acabar com isso.

“Eu como usuário não quero deixar todos os meus computadores ligados diretamente na Internet”, afirma o engenheiro da Linksys. “Você vai ter as proteções. As pessoas não vão poder deixar seu micro aberto”, diz. O engenheiro não sabe ainda, no entanto, como essa segurança vai acontecer – apenas que elas precisam ser fáceis de configurar, de modo a não causar incômodo ao usuário.

Embora sistemas operacionais de computadores estejam prontos para lidar com IPv6, o mesmo não pode ser dito sobre os sistemas de impressoras, consoles de videogame e outros equipamentos que hoje possuem acesso à rede. Segundo Servin, da LACNIC, “a comunidade está trabalhando para garantir a conectividade de equipamentos com suporte a apenas IPv4”.

Adoção está lenta e usuários podem precisar trocar equipamentos

A maior parte dos equipamentos domésticos não têm suporte a IPv6 e podem necessitar de substituição.

O Brasil possui cerca de 700 redes autônomas. Uma rede autônoma é normalmente um provedor de internet, empresa ou organização de grande porte, como uma universidade. Dessas 700, 140 já solicitaram endereços IPv6, o que significa que estão em testes ou em processo de implantação. Apenas alguns poucos provedores estão com suporte a IPv6 para usuários finais – nenhum deles de grande porte.

Mesmo assim, o Brasil detém 44% de todos os endereços IPv6 alocados para a América Latina. O país está se movimentando na mesma velocidade que o resto do mundo – o que, para especialistas, ainda é lenta.

A adoção ocorre como resposta ao iminente esgotamento. “[A adoção] tem ganhado força, principalmente a partir de 2008. A gente tem feito um trabalho de divulgação muito forte, inclusive oferecendo treinamentos gratuitamente no NIC.br. Parte do movimento nacional é resultado do nosso esforço aqui, e parte é pela proximidade do esgotamento. O pessoal está vendo que se não implementar é possível que em alguns anos eles estejam fora do mercado, é uma questão de sobrevivência”, explica Moreiras.

Os equipamentos de rede de grandes corporações já suportam IPv6. O problema maior é com mão de obra. Moreiras cita um dado que aponta que 70% dos custos dos provedores para a migração do IPv6 serão com mão de obra. E mais: o IPv6 não substitui o IPv4 – as duas redes continuam funcionando ao mesmo tempo, quase que dobrando o trabalho de configuração de rede.

Embora seja a sobrevivência no mercado o principal motivador para a implantação do IPv6, há também a possibilidade de novos recursos, tanto para empresas como usuários. “O dia que chegar, será ótimo, porque abre possibilidades. Isso vai ser muito legal. Você poderia escolher ter uma câmera, ter um IP de verdade, remoto, aberta”, comenta Diogo Superbi, da Linksys.

Mas a indefinição segue e, talvez, usuários tenham que trocar equipamentos. “Fala-se muito, se lê, comenta, é fato. Mas ainda não há por parte das operadoras uma sinalização de que serão feitas as [adequações da rede para IPv6] . Quando houver uma sinalização, aí sim quem sabe o chipset [do modem ou roteador doméstico] suporte, ou não, e aí você vai ter que, talvez, trocar”, explica Superbi.

Fonte: G1


Chapéuzinho vermelho e os meios de comunicação

JORNAL NACIONAL
(William Bonner): ‘Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem.’.
(Fátima Bernardes): ‘… mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia’..

PROGRAMA DA HEBE
(Hebe Camargo): ‘… que gracinha gente. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?’

BRASIL URGENTE:
(Datena): ‘… onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? !

A menina ia para a casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público!
E foi devorada viva… Um lobo, um lobo safado. Põe na tela!!
Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não.’

REVISTA VEJA..
Lula sabia das intenções do lobo.

REVISTA CLÁUDIA
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.

REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama.

O ESTADO DE S. PAULO
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.

O GLOBO
Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo para salvar menor de idade carente.

AGORA
Sangue e tragédia na casa da vovó

REVISTA CARAS

(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte)
Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS:
‘Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa’

PLAYBOY
(Ensaio fotográfico no mês seguinte)
Veja o que só o lobo viu.

REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.

SUPER INTERESSANTE
Lobo mau! mito ou verdade ?

DISCOVERY CHANNEL
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e
sobreviver.


SDO: Solar Dynamics Observatory mostra detalhes de um buraco coronal, fonte do vento solar


Buraco Coronal observado pelo SDO ao final de agosto de 2010. Crédito: NASA / Goddard / Time do SDO AIA

“Buraco Coronal observado pelo SDO em 23 agosto de 2010. Crédito: NASA / Goddard / Time do SDO AIA”


Este poderoso buraco obscuro e ameaçador, alastrando-se pela face do Sol, revelado pelo SDO, é o que chamamos ‘buraco coronal’ (coronal hole, em inglês). O ‘buraco coronal’ é uma região de baixa densidade, se estendendo acima da superfície do Sol, onde o campo magnético solar se abre livremente no espaço interplanetário.

Buraco Coronal

Os ‘buracos coronais’ têm sido estudados em ultravioleta e raios-X a partir do espaço desde os anos 1960. Estas estruturas solares são conhecidas por serem a origem do vento solar de alta velocidade, jorros de núcleos atômicos ionizados e elétrons livres que fluem para fora ao longo da abertura das linhas de campo magnético. Durante os períodos de baixa atividade solar (os mínimos solares), os buracos coronais geralmente cobrem as regiões pouco acima dos pólos solares.

Aurora fotogragada em Tromsø no norte da Noruega por Kjetil Skogli em 24 de agosto de 2010.

“Aurora fotogragada em Tromsø no norte da Noruega por Kjetil Skogli em 24 de agosto de 2010.”

Magníficas Auroras

Entretanto, este buraco coronal extenso dominou o hemisfério norte do Sol na quarta semana de agosto de 2010. A imagem dramática foi capturada em luz ultravioleta extrema por câmeras a bordo do Solar Dynamics Observatory. O vento solar gerado a partir deste buraco coronal desencadeou magníficas auroras na Terra.

Sævar Helgi Bragason: uma imagem de Bardastrond, Islândia publicada na Spaceweather.com (24 de agosto de 2010)

“Sævar Helgi Bragason: imagem de Bardastrond, Islândia, publicada na Spaceweather.com (24 de agosto de 2010)”

Fonte: Eternos Aprendizes